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Ponte Alta [O que eu fiz da minha vida? 2011.2]

26/12/2011

Ponte Alta é a montagem oficial dos alunos que devem se formar no próximo ano pelo Curso de Teatro da UFPB. No elenco estão: Adailson Costa, Angélica Lemos, Chavannes Péclat, Eulina Barbosa, João Brandão, Marcos Daniel, Naiara Misa, Nykaelle Barros, Sávio Farias, Suzy Lopes e Tainá Macedo (EU). O trabalho teve preparação corporal de Elias de Lima e preparação vocal de Adriana Fernandes. Cenografia: Osvaldo Anzolin e Sávio Farias. Figurinos: Tainá Macedo (EU DENOVO). Iluminação: Gladson Galego. Design gráfico: Dinho Araújo.Ponte Alta é uma versão para o texto de Thornton Wilder (1897-1975), intitulado Nossa Cidade. A partir do cotidiano de uma pequena cidade, ainda nas primeiras décadas do séc. XX, a peça se propõe uma reflexão sobre nascimento, vida e morte. Enfocando duas famílias e seus repectivos ritos sociais (escola, trabalho, casamento), o autor propõe na verdade a percepção do papel do homem no mundo. Envolvendo o público pela imaginação, a montagem prescinde de cenários e se vale do aspecto narrativo, que mistura tempo e lugares.Um exercício de sensibilidade para atores e espectadores.

Estivemos em cartaz no último final de semana de novembro no Teatro Santa Roza, e nos dois primeiros de dezembro no Teatro Lima Penante.

O que eu fiz da minha vida? [Retrospectiva 2011.2]

26/12/2011

Em primeiro lugar, eu deixei a poeira reinar neste blog. Coisa que não se deve fazer, se bem que escrevi algumas palavras feias, em alguns momentos de raiva, mas achei melhor não publicar, hoje são só rascunho. Mas dando andamento a este texto introdutório, eu gostaria de compartilhar com todo o mundo as coisas que eu fiz, e que foram importantes para mim neste período.

A participação no espetáculo Ponte Alta, como conclusão do Bacharelado em Teatro da UFPB.

O figurino e a execução da luz do espetáculo Anáguas.

O figurino dos espetáculos Luzia e o Urso de Um Olho Só, Macbelo e Cabaret Teatro 55.

A direção da leitura encenada do texto Gota d’Água de Chico Buarque e Paulo Pontes.

E a direção do espetáculo A Casa como resultado final do projeto de extensão Oficina Permanente de Teatro, do Núcleo de Teatro Universitário/PRAC/UFPB.

Muita coisa aconteceu em pouco mais de 5 meses, e são essas experiências que quero compartilhar com vocês.

Bruta Flor [Teatro]

29/08/2011

Acabei de voltar do teatro, fui assistir Bruta Flor, espetáculo de amigos queridos, do grupo Lavoura.

Quando sai do teatro ouvi alguém comentando, “A palavra é INTENSIDADE.”

Para mim o espetáculo tem o cheiro bom da terra molhada pela chuva. Tem a iluminação pontual e delicada, como o dourado que cai sobre as árvores no início da manhã, que nunca perde o horário. O espetáculo tem sonoplastia bela e presente, como os sons da floresta, o canto dos passáros e o barulho do vento. E como o vento o ator desliza entre texto e música, uma aula para os estudantes de teatro, que tanto buscam compreender a construção de uma personagem. Os anos se passam e o corpo continua ali, evoluindo, indo e vindo, num processo contínuo de crescimento. Uma bruta flor que nasceu e agora cresce nos palcos. Vida longa!

IVANOV-Teatro Máquina [figurino]

25/07/2011

Não lembro qual foi dia, mas assisti ao espetáculo IVANOV, do grupo cearense Teatro Máquina, que esteve em temporada por João Pessoa. Bem comentado por quem assistiu, o espetáculo surge a partir do texto de Anton Tchékhov. Mostra a vida de um homem e seus conflitos interiores, exposto ao amor de uma esposa doente e à paixão fulminante da jovem Sasha. Ivánov, se ocupa com conversas frias, e diálogos vazios que refletem a decadência da aristocracia rural russa da virada do século XIX.

Fran Teixeira, diretor do espetáculo diz:

“Para o figurino e o cenário fazemos uma espécie de fusão de períodos, deixando algumas marcas do ambiente rural e do século XIX impressas neles, mas sem a preocupação de retratar um período. A cenografia traz muita madeira, mas em um desenho que revela sua estrutura cenográfica”.

Com certeza, o figurino do espetáculo é atemporal, traz referências do século XIX, em rendas, linho e formas que fazem oposição as botas e as malhas utilizadas nos vestidos refletindo o “ambiente rural”. A calça do personagem principal, tem abotamento duplo. O vestido da esposa doente, tem modelagem reta, e a malha dá o caimento leve à caracterização, finalizada com uma correntinha delicada. A criada veste uma casaca preta com uma boina, reflexo do traje russo. Esses ambientes se cruzam, na possibilidade contemporânea de caracterizar de forma atemporal uma história. Quase no fim do espetáculo, Sasha entra com um vestido de noiva, composto por véu e saia de armação. Na hora me questionei, como o figurino em todo espetáculo era real (concreto), por que naquele momento específico, a roupa foi mostrada por dentro, com a saia de armação? Talvez, por conta do casamento ser considerado uma instituição decadente, uma pobre solução para a felicidade.

Bem, a mim cabe parabenizar Diogo Costa, figurinista, e sua equipe, pela criação e confecção desse figurino, que enche os olhos pois comunica a alma.

Para mais informações sobre o espetáculo visitem o blog DIÁRIO IVANOV.

Mariana Aydar canta Chico Cesar [Vídeo]

19/06/2011

Tenho uma paixão esquisita por essa música, sinceridade não mata né?! Comer na mão tambem não. Vídeo só para marcar o fim de semana, de gripe, forró e trabalho.

Para Maria Juliana [Figurino]

31/05/2011

Recebi semana passada o convite de uma jovem cantora, para desenhar uma roupa que se transformasse no palco, enquanto ela cantaria seu recital de formatura no curso de Música da UFPB. A idéia era fazer um vestido de camadas que se soltassem durante o espetáculo revelando uma cor, uma estampa e uma textura, de acordo com o clima das músicas que iam do erudito ao popular.

Maria Juliana tem uma voz incrível, e o recital saiu da melhor maneira possível, gravei um trecho da última música. Dá para ver o vestido sem as camadas! 

Bem, that’s all folks! Em breve mais novidades.

Vivo – Lenine [Música]

06/05/2011

Sobrevivendo!

Clutch LIVRO [Moda]

04/05/2011

É bem verdade que eu estou quase me mudando para a biblioteca, é um lugar maravilhoso para ler, estudar e refletir tranquilamente. Estou com muitos trabalhos e seminários na universidade, e não quero deixá-los para última hora, por tanto, estudar é o lema.

Hoje quando acordei fui dar uma volta pelo Google, e fiquei surpresa com o que eu encontrei. Uma designer chamada Olympia Le Tan lançou uma coleção (Spring Summer 2010) de bolsas em formato de livros. E eles são perfeitamente feitos à mão, e com amor em Paris! O nome da coleção é “You can’t judge a book by its cover” , que significa Você não pode julgar um livro pela capa, pelo nome já é divertido.

Muitos famosos já usaram e ainda usam, muitas capas e editoriais de revistas clicaram alguns dos livros, é realmente um mimo. Encontrei um video que mostra um pouco o trabalho da designer, e como as bolsas são confeccionadas.

O site da moça é esse aqui www.olympialetan.com.

Eu quero uma Jaqueta PERFECTO [Moda]

03/05/2011

Inverno + Motocicleta = Um desejo real por uma jaqueta perfecto!

A jaqueta modelo perfecto leva esse nome porque  acompanha a silhueta do corpo, sem ficar muito larga e nem muito comprida e ao mesmo tempo não prende os movimentos! Ou seja: é perfeita. Por muito tempo as jaquetas de couro preto fizeram parte apenas do guarda roupa de motoqueiros, hoje é mais comum encontrar pelas ruas e até em lojas de departamento com preços acessíveis.

Por que não aliar a moda a necessidade?

Bolsas MOLESKINE [Moda]

26/04/2011

Acabei de ver no site Moleskine.com a novidade mais legal do dia, uma coleção de bolsas e cases para ipad. Todos obedecendo o estilo da marca, a cor é preta e elástico inconfundível, o meu modelo favorito é a mochila.

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